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A diretoria do Treze confirmou através do site oficial do clube, que o camisa 9 Warley não faz mais parte do elenco alvinegro serrano para a temporada 2012, o capitão do bicampeonato paraibano não renovou com o Galo da Borborema e rescindiu o contrato na tarde desta sexta-feira (26) no estádio Presidente Varg.
Segundo o atleta o mesmo não pretende analisar proposta de outros clubes por um período, pois deseja passa um tempo de descanso em Brasília para refletir sobre seu futuro para 2012. Segundo o presidente Fabio Azevedo, o camisa 9 construiu uma história com o Treze e que apesar de sentir a sua saída, respeita a decisão do atleta de encerrar o vinculo com o galo depois de uma temporada como o principal jogador do clube.
“Warley é um ídolo e respeitamos a decisão dele de procurar o que é melhor para a sua carreira. O atleta construiu com o Treze uma relação muito estreita, como seu próprio pai, que é torcedor do Galo”, declarou o presidente, desejando boa sorte ao goleador.
Apesar da saída do principal jogador do Treze na temporada 2011, o site oficial do clube confirmou que outro ídolo da torcida alvinegra renovou o contrato para a temporada 2012, se trata do meia Doda que em declaração ao site do clube promete o mesmo empenho que teve este ano, para levar o Alvinegro a mais conquistas no ano que vem.
Através de sua conta pessoal no twitter o diretor de comunicação do Campinense Clube Tiago Melo, divulgou que a nova fornecedora de material esportivo da Raposa Serrana para a temporada 2012 será a empresa pernambucana Tronadon.
Segundo o próprio diretor, a nova fornecedora de material esportiva só será divulgada de forma oficial pelo site do clube quando se rescindir o contrato com a empresa paulista Champs, atual fornecedora de material esportivo do clube.
A empresa já patrocina clubes como o Asa de Arapiraca e o Central de Caruaru, além de padronizar a equipe do site oficial do Santa Cruz/PE.
Na noite desta quarta-feira (26) a diretoria do Campinense divulgou através do twitter oficial do clube o retorno do treinador Freitas Nascimento ao comando do rubro negro para temporada 2012. Confirmando assim todas as especulações que rodavam o CT Renatão sobre o possível retorno do técnico campeão paraibano 2008 pela Raposa.
O treinador é um dos mais conhecidos do futebol paraibano, tendo comandado as três principais equipes do Estado, Treze, Botafogo e Campinense, sendo que no ultimo foi que o treinador conquistou seu maior êxito no futebol paraibano, quando levou a Raposa ao titulo de Campeão Paraibano de 2008 sobre o maior rival e conseguindo o acesso da Série B no mesmo ano.
O treinador deve iniciar os trabalhos na Raposa nesta semana, quando inicia o processo de contratação dos atletas que irão compor o elenco do Campinense para a temporada 2012.
Como no dia em que ele foi expulso de campo após chamar o árbitro Rodrigo Cintra de “viado safado”, quando comandava o Confiança-SE na Série C de 2008, em jogo contra o ASA de Arapiraca. Na ocasião, ele foi suspenso por 120 dias. Ou quando ele deixou o Campinense e levou para o arquirrival Treze toda a base da equipe rubro-negra campeã paraibana de 2004.
Aliás, Maurício Simões nunca foi muito afeito a cumprir seus contratos. Já agora em 2011, por exemplo, mais uma vez no Campinense, ele abandonou o time no meio do Campeonato Brasileiro da Série C para assumir o Salgueiro de Pernambuco, que joga na Série B do Brasileirão.
Mas a maior polêmica envolvendo Maurício Simões teve o Botafogo-PB como alvo. Na final do Campeonato Paraibano de Futebol de 2006, irritado com a torcida botafoguense que chamava os trezeanos de “matutos”, ele chamou João Pessoa de “quintal de Recife” e disse que quando ele queria comer goiaba ou chupar manga saía da capital pernambucana e viajava para a capital paraibana.
Na época, Simões recebeu o título de “persona non grata” pela Câmara Municipal de João Pessoa, mas anos depois também treinou o Belo, numa pífia campanha no Paraibano de 2009.
Veja na ordem cronológica os dez momentos mais polêmicos da vida de Maurício Simões no futebol:
1 – Maurício Simões, enquanto técnico do Campinense, se envolveu numa confusão com jogadores do Treze, durante um Clássico dos Maiorais. Na época, ele criticou duramente o Galo e disse que nunca trabalharia na equipe alvinegra.
2 - Maurício Simões foi campeão paraibano pelo Campinense em 2004 e, pouco depois de jurar “amor eterno” à Raposa, se transferiu para o Treze levando junto toda a base rubro-negra. No Galo, se tornou bicampeão paraibano consecutivo. A mudança provocou revolta entre os raposeiros.
3 - Em 2006, Maurício Simões, como treinador do Treze, deu uma cotovelada no atleta raposeiro Marcos Paulo, quando este se aproximava do banco de reservas adversário para pegar uma bola. O técnico depois foi suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
4 – Ainda em 2006, na final do Campeonato Paraibano, Maurício Simões se envolveu em sua maior polêmica. Irritado com a torcida do Botafogo-PB, que chamava os torcedores do Treze de matutos, ele soltou o verbo contra a capital paraibana: “Quando eu quero comer goiaba e chupar manga, eu vou para João Pessoa, que é o quintal de Recife”. A frase lhe rendeu o título de 'persona non grata' pela Câmara Municipal de João Pessoa.
5 - Em 2007, voltou ao Campinense. Praticamente eliminada da competição, a Raposa poderia “melar” a classificação do Treze para as semifinais do Campeonato Paraibano. Se o Campinense perdesse da Desportiva Guarabira eliminaria o Treze. Dirigentes e torcedores raposeiros pediram para “abrir”, mas Simões levou o time a vitória. Com o Galo classificado e a Raposa eliminada, ele se apresentou no dia seguinte como novo técnico do rival, levantando a suspeita de que já estaria fechado com o alvinegro antes mesmo do fim de sua campanha na equipe rubro-negra.
6 – Em 2008, como treinador do Confiança-SE, chamou o árbitro Rodrigo Cintra de “viado safado”. Foi expulso de campo e depois levou um gancho de 120 dias de suspensão.
7 – Em 2009, ele foi contratado pelo Botafogo-PB para comandar o time no Campeonato Paraibano de Futebol. A contratação revoltou a torcida pessoense, que ainda lembrava das declarações dele feitas em 2006 contra a capital paraibana. Simões não teve sucesso no Belo e acabou demitido poucas rodadas depois.
8 – Como treinador do Central, irritado com boatos sobre sua saída do time, Maurício Simões disparou: “Tem uns boatos de que muito jornalista é viado e nem por isto eu repercuto isto”.
9 – Tempos depois, Simões de fato deixou o Central, que na época era vice-líder do Campeonato Pernambucano de Futebol, para assumir o comando do Campinense. Ele saiu do time de Caruaru metendo o pau na diretoria do clube, chamada por ele de incompetente, e dizendo que ganharia um apartamento novo em seu retorno a Campina Grande.
10 – Maurício Simões não demorou em Campina Grande. Ele deixou o Campinense no meio da Série C deste ano para assumir o Salgueiro, que jogava a Série B do Brasileirão. Demitido após quatro rodadas, ele não titubeou: “Não me arrependo de ter deixado o Campinense”.
Fonte: GE/PB
Carlos Lira foi presidente do Campinense Clube em duas oportunidades: 1988-1990 e 2004-2007. Em 2004, inclusive, levou o rubro-negro à conquista do campeonato paraibano daquele ano.
Desde que saiu do Campinense, Lira se afastou do futebol, retornando nesta quarta-feira (19), quando assume a gerência de futebol do Botafogo-PB, ocupada pela última vez por Giancarlos Dantas, ex-dirigente do Treze. Nelson e Carlos Lira irão se reunir para discutir o futuro da comissão técnica do Bota ainda nesta semana.
Fonte: @VozdaTorcida
A informação foi repassada pelo presidente do alviverde, José Ivan, alertando que se não conseguir um grande patrocinador para sua equipe na próxima temporada, ele não irá colocar o time para participar da competição, evitando aumentar os débitos do Canário com a FPF.
- Dias atrás conversei com o secretário de comunicações do governo do estado, Nonato Bandeira, e mostrei a ele as dificuldades que passam os clubes do sertão. Pedi a ele o seu apoio para o retorno das transmissões esportivas ao vivo pela TV, para cobrir algumas despesas. Ainda estamos devendo a Federação, e não vamos entrar numa disputa para aumentar o nosso déficit. – Disse.
Ivan afirma que a situação das outras equipes sertanejas não é muito diferente. Segundo ele, o Esporte deve a FPF tanto quanto o Nacional, que gastou em torno de R$ 70 mil com arbitragem e inscrição de jogadores só neste ano.
- O Esporte deve tanto quanto o Nacional, e deve está tentando firmar uma parceria com o Ceará-CE, mas não vejo como aguentar as despesas do campeonato sem a TV.
Durante a reunião do conselho arbitral da última segunda-feira (17), os clubes redigiram um documento que foi entregue ao secretário da Casa Civil, Lindolfo Pires, no sentido de marcar uma reunião com o Governador Ricardo Coutinho, com o propósito de intermediar junto as televisões o retorno das transmissões.
Fonte: @Vozdatorcida com o Jornal A União
Através do site oficial do clube, a diretoria do Campinense anunciou que no próximo domingo (23), acontecerá no Centro de Treinamento Renato Cunha Lima (O Renatão) uma feijoada com objetivo de arrecadar recursos para quitar a folha dos funcionários.
A festa contará com um grupo de pagode para animar o local, além da realização dos sorteios da camisa oficial e de uma TV 42’’ que era para ter sido realizada no jogo diante do Guarany(CE) pela Série C 2011.
A entrada para a Feijoada do rubro negro custará 20R$ e começara a ser comercializada na próxima terça-feira (18), na secretaria do clube e no Renatão. Mais informações com pelo fone 3065.2268.
Treze é confirmado pelo STJD como "legítimo" campeão paraibano de 2011 (Foto: Divulgação / Treze)
Num rápido julgamento realizado na tarde desta quinta-feira, no Rio de Janeiro, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva confirmou o Treze como campeão paraibano de 2011. Por unanimidade, o tribunal pleno deu provimento ao recurso do Treze e da Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba contra o Botafogo-PB.
Assim, o Treze Futebol Clube está confirmado como “legítimo representante do Estado na Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol". O voto neste sentido foi dado pelo relator Alexandre Quadros e foi seguido sem grandes debates pelos demais integrantes da corte.
O julgamento ainda remete à polêmica envolvendo o Treze e o Botafogo nas semifinais da 2ª fase do Campeonato Paraibano de Futebol. O Belo venceu a primeira partida por 4 a 0 e poderia perder por até três gols de diferença o segundo jogo.
Botafogo--PB ainda venceu em primeira instância no TJD-PB (Foto: Reprodução SporTV)
Mas num confronto polêmico, o Treze devolveu a goleada de 4 a 0 e, logo após o quarto gol, os dois times se envolveram numa briga generalizada. No retorno da partida, com os dois times desfalcados por expulsões, dois jogadores do Treze aparentemente simularam contusão para encerrar a partida por número insuficiente de jogadores.
O Bota queria a vitória no tapetão e chegou a vencer em primeira instância, mas o Treze depois reverteu a decisão e garantiu sua participação na Série D. Apesar disto, as ações continuaram no STJD e só hoje foram arquivadas.
Fonte: Globo Esporte/PB
O ex-jogador, conhecido por Galeguinho, que atuou pelo Botafogo-PB de 1949 até 1957, relembrou grandes conquistas pelo clube de João Pessoa, ao ver um quadro da equipe do alvinegro em 1949.
- Cheguei em 1949 e conquistei todos os títulos que o Botafogo-PB disputou. Sinto muitas saudades daquela equipe estampada na foto, que infelizmente apenas eu ainda estou vivo. – Disse emocionado.
Sobre o aniversário de 80 anos de fundação do clube em que jogou e escolheu para torcer, Milton enfatizou a tradição do Botafogo-PB.
- Sempre imaginei que o Botafogo-PB chegaria longe. O clube é uma tradição. Devo tudo que tenho hoje, primeiramente a Deus, depois ao Botafogo-PB. – Concluiu.
Milton abandou o futebol em 1962, e desde então, preferiu se afastar do esporte mais praticado no Brasil e dedicar-se a sua família.
Fonte: @VozdaTorcida
