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Iniciando o quadro de reportagens com os fãs da cultura oriental especificamente aqueles amantes de se fantasiarem dos seus personagens favoritos, mas conhecidos como os cosplays. O Portal Archer iniciou a essa sequencia de reportagens chefiada pelo editor chefe Iury Matheus que entrevistou para a estreia do quadro o pernambucano Rayann Ribeiro de 20 anos que utilizou no Encontro Nipon 2011 realizado em Campina Grande/PB nos dias 1 e 2 de outubro o cosplay de Captain Bravo do anime do anime Busou Renkin.
Questionado pelo editor do Portal AS sobre como ele descobriu a cultura oriental, Rayann, mais conhecido como Hugna afirmou que desde quando era criança acompanhava series nipônicas, claro não tendo noção daquilo ou de onde era aqueles conteúdos que assistia na programação da TV Rede Manchete porem ele afirmou que começou a pesquisa sobre a cultura oriental por volta dos seus oito pra nove anos.
Ele relatou ainda na entrevista que seus primeiro evento nipônico que presenciou foi a feira japonensa realizando em Pernambuco no ano de 2005 e que seu primeiro anime foi o famoso obra de Masami Kurumada “Cavaleiros dos Zodiacos”. Questionado sobre o que seus familiares e amigos acham dele ser cosplay, Hugna afirmou que alguns apoiam porem a maioria o critica. Ao final ele deixou uma mensagem para aqueles que não compreendem ou não aceitam os gostos e hobbys dos outros. “, A loucura nada mais é do que a falta de compreensão daqueles que não enxergam a verdade” finalizou.
O Portal Archer of Second’s, por meio dessa pequena mensagem agradece atenção do Rayann Ribeiro com esse site e por ter aceitado conceder essa entrevista.
Confira a baixo na integra a entrevista com o pernambucano Rayann Ribeiro conhecido como Hugna:
FICHA TÉCNICA
Nome: Rayann Ribeiro de Sena
Gosta de ser chamado de: HUGNA
Idade: 20
Onde mora: Jaboatão dos Guararapes/PE
Gosta de: Boas idéias e observar os detalhes do mundo
Não gosta de: Injustiças e falta de personalidade
AS: Como foi que você descobriu a cultura nipônica?
Hugna: -Para ser sincero desde que me lembro eu curto animes, embora ainda não compreendesse qual a origem dos desenhos que assistia. Contudo comecei a me pesquisar a partir dos meus oito pra nove anos, em Macéio em uma viajem que fiz com a família, quando vi um mangá pela primeira vez em uma banca de revista e não entender como se lia.
AS: Qual foi seu primeiro anime? E quais seus animes favoritos?
Hugna:-Se não me falho a memória foi “Cavaleiros do Zodíaco” que era transmitido pela saudosa Rede Manchete, embora não tenha certeza acho que as minhas primeiras recordações são das Tokusatsus “Black Kamen Rider e Jaspion” que faziam parte da programação. Essa é uma pequena lista dos animes que gosto: Cavaleiros do Zodíaco, Bucky, Yu Yu Hakusho, Medaboots, XxX Holic, Busou Renkin e Chrono Crusade.
AS: Qual foi o primeiro evento nipônico que você foi? E qual foi o primeiro que você fez cosplay?
Hugna: - A feira japonesa de 2005 aqui em Pernambuco, na ultima Super Hero Con no ano de 2010, estava de Monkey D. Luffy do One Piece.
AS: Como foi essa decisão de ser cosplayer? E qual foi a sensação de fazer o primeiro cosplay?
Hugna: - Em 2002 quando soube que não eram apenas animes e mangá, mas que ia muito além e pessoas se vestiam dos personagens para dar vida a eles. Contudo em 2005 quando eu os vi de perto, pensei comigo “um dia eu quero fazer isso” a partir daí busquei pesquisar mesmo sobre o que é ser Cosplay. E quando enfim consegui montar o meu primeiro Cosplay foi um sonho realizado, o primeiro de muitos!
AS: O que seus amigos e familiares acham de você ser cosplayer?
Hugna: - Alguns incentivam e apóiam, mas a grande maioria ainda Critica e até me chamam de louco. Para os que falam mal deixo essa mensagem, A loucura nada mais é do que a falta de compreensão daqueles que não enxergam a verdade.
AS: Quais e quantos cosplays você já fez? E qual deles foi o seu favorito?
Hugna: - Já fiz Monkey D. Luffy, Orochi do KOF, “L” do Death Note, um Sims do The Sims e o meu preferido Capitain Bravo do anime Busou Renkin.
O evento foi realizado no Centro de Convenção da UFPE, e contou com enumeras atrações entre elas as cantoras japonesas Yumi Matsuzawa e DaisyxDaisy. Além do já tradicional desfile e concurso cosplays o evento também disponibilizou para os visitantes concurso de dança, Karaoke de Glee, DaisyxDaisy Music Contest e claro games. Segundo o produtor executivo do evento Fabbio Vila o fato para o grande sucesso do evento na edição 2011 foi o publico, que mesmo com a grande chuva que castigou Recife compareceu em peso para prestigiar o evento.
Fabbio também falou para o ArcherOfSeconds que o principal motivo para a criação do Super – Con, foi que em Recife e no Nordeste Brasileiro em geral, pudesse ter um evento com a qualidade dos eventos nipon realizados no Sudeste, sem que fosse necessário os nordestinos terem que se deslocar para o êxito sul – sudeste para prestigiar eventos de alto nível nipon, ele ainda explicou que a principal inspiração para o Super – Con, foi o Comic – Con maior evento nipon do mundo.
Fabbio ainda explicou que a decisão de adotar o nome “Super-Con – Super Convenção” foi para reposicionar o evento de uma forma mais compatível com as novas tendências culturais, consolidando ainda mais a ‘fama’ de evento de Cultura Pop, só que agora, não só oriental, mas mundial.
Confira na integra a entrevista do executivo do evento Fabbio Vila ao Portal The Archer of Seconds.
Nome: Fabbio Vila
Função no Super-Con 2011: Produtor executivo
ArcherOfSeconds: Quais foram os motivos para a mudança do nome SuperHeroCon, para Super-Con?
Fabbio Vila: A decisão de adotar o nome “Super-Con – Super Convenção” foi para reposicionar o evento de uma forma mais compatível com as novas tendências culturais, consolidando ainda mais a ‘fama’ de evento de Cultura Pop, só que agora, não só oriental, mas mundial. Toda mudança é difícil e demanda muita energia destituída de comodismo. Mas, hoje já sabemos que tudo o que é estático torna-se obsoleto, cai em desuso, adormece.
ArcherOfSeconds: Qual foi o principal motivo para a criação do evento (Super – Con antigo SuperHeroCon)? E o que os inspiraram para a criação do evento?
Fabbio Vila: Foi para que tivéssemos um evento desse estilo só que o padrão de qualidade dos eventos do sudeste do país, para que nós não precisássemos viajar pra poder participar de algo assim. A principal inspiração foi a Comic-Con, maior evento do estilo no mundo.
ArcherOfSeconds: Qual a diferença do primeiro SuperHeroCon (em atrações e localidade) para a ultima edição 2011 do Super-Con?
Fabbio Vila: Nossa! Muitas diferenças, a começar pelo local... o primeiro SuperHeroCon foi no Teatro Apolo, localizado no Recife Antigo, o Super-Con foi realizado no Centro de Convenções da UFPE. O SuperHeroCon no teatro Apolo não teve nenhuma grande atração, o Super-Con Recife tiveram inúmeros como as cantoras japonesas Yumi Matsuzawa e DaisyxDaisy.
ArcherOfSeconds: Quais principais pontos você destaca da edição 2011?
Fabbio Vila: Eu destaco o público que é sempre o nosso grande aliado! Mesmo debaixo de chuva compareceu e abrilhantou o evento! Obrigado a todos!
E os cosplays que, esse ano, esteve ainda melhor.
ArcherOfSeconds: Quais foram às principais atrações do Super – Con?
Fabbio Vila: Foram as cantoras japonesas Yumi Matsuzawa e DaisyxDaisy, a Banda Sinfônica do Recife, a banda pernambucana Datte Bayo e a banda paulistana Gaijin Sentai.
ArcherOfSeconds: Quais foram às competições que o evento disponibilizou?
Fabbio Vila: Cosplay, Games, Dança, Karaoke de Glee, DaisyxDaisy Music Contest, entre outros.
Quero agradecer atenção da equipe do Super – Con com o Portal Portal The Archer of Seconds, especialmente ao Thiago Meireles que ajudou ao Portal entra em contato com o Fabbio Vila e claro ao próprio Fabbio por ter disponibilizando um tempo para responder as perguntas do ArcherOfSeconds. Muito obrigado, parabenizar pelo evento e desejar cada vez mas sucesso para o Super – Con.
@ArcherOfSeconds - Fotos: @SuperConvencao












